Igreja do pastor Marcus Gregório é investigada por lavagem de dinheiro

     O Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, igreja liderada pelo pastor Marcus Gregório, se tornou alvo na segunda fase da operação Fantoche da Polícia Civil do Rio de Janeiro, nesta Quarta-Feira (17).

Além da igreja e vários empresários, duas empresas de ônibus, a Expresso São Francisco e a Transtur Vila Emil Nova Iguaçu Turismo e Viação, estariam envolvidas em um esquema de lavagem de dinheiro que começou a ser desarticulado pela polícia.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo usava benefícios de trabalhadores, como vale-transporte e vale-refeição, para lavar dinheiro ilícito.

Os investigadores observaram que um outro empresário, que atua no ramo da beleza e que também é sócio e procurador de diferentes empresas fantasmas, realizou movimentações suspeitas, de valores superiores a R$ 100 mil, em curto espaço de tempo nas contas bancárias de uma de suas empresas e da igreja do pastor Marcus Gregório.

Estes saques e depósitos foram feitos, segundo a polícia, no mesmo período em que foi realizada grande movimentação financeira nas empresas fantasmas. Em apenas dois meses, foi movimentado quase R$ 1,3 milhão. Apenas a igreja Ministério Apascentar recebeu do empresário, nesse período, cerca de R$ 400 mil.

O empresário, cuja identidade ainda não foi divulgada e é apontado pela polícia como estelionatário, foi um dos principais alvos da primeira fase da operação.

O site Pleno.News disse ter recebido a confirmação do nome da igreja, através do DDEF (Delegacia de Defraudações). Ainda segundo o site que é ligado a gravadora gospel MK, uma funcionária da igreja confirmou que a policia esteve na igreja em busca de documentos, e que a igreja não iria se pronunciar sobre o caso.

Estranhamente, horas após a publicação desta informação, o site retirou a matéria do ar.

Igreja da Cassiane viveu caso semelhante

Em 2017 o mundo gospel ficou chocado, ao saber que a Polícia Federal estava investigando a igreja da cantora Cassiane. Um ex-presbítero da igreja foi acusado de ter se envolvido em um forte esquema de lavagem de dinheiro da saúde do hospital de Cajamar, no interior de São Paulo.

As investigações apuraram que ele fazia doações de alto valor para a igreja, pagava o aluguel do prédio no valor de R$70 mil reais, e mantinha duas ambulâncias e carros de luxo no estacionamento da igreja.

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Até o momento a cantora não teve seu nome nem do seu esposo, o pastor Jairinho Manhães apontado diretamente na investigação, porém, a Adalphaestaria sendo usada pelo suspeito, para lavagem de dinheiro.

Com informações G1

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